Publicado por: Joaquim Coelho | 24/10/2008

Na faina do mar

Ao anoitecer depois do jantar a tripulação do “Vai com Deus” encontra-se na taberna do Giraldo. É o encontro de camaradas depois de um dia de pesca. São as conversas da vida e da labuta do mar. A noite já vai longa e o mestre Zé avisa a companha que o aviso é para as 4 da manhã. O pessoal sai devagarinho para umas horas mal dormidas.
O “Vai com Deus” parte em direcção ao incerto, com muitas milhas de navegação pela frente e com desejos de uma boa pescaria. O vento sopra forte e o frio mora junto da tripulação. O mestre Zé dá a ordem para se fazer o cerco. O sacrifício e o querer dos homens do mar fazem música na faina. O Antoninho pergunta ao Chico: epá será que vamos ganhar algum, para dar de comer à família? Não me chateies. Tem calma contigo e espera. Chegou a hora de recolher o lance e discutir a azáfama da pescaria. A maré não correu nada mal e navega-se em direcção à lota, com o esvoaçar das gaivotas por perto.. Oh Zé não entendo nada disto, o meu quinhão é assim tão pouco?

Nota: Fotografia retirada do site Glosk.

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